Por Alexandre Semedo
Comércio através dos ídolos
de barro.
Como pode os católicos ainda
adorar imagens de escultura?
Pois os mesmos nunca leram
na sua bíblia católica (quem
lê é claro) no livro de
Sabedoria cap. 15, que o
mercado é regado de ídolos,
tudo pra ganhar dinheiro, e
o pior é que os líderes
(cardeais, padres, freis, e
até mesmo o papa) sabem que
eles estão errados, e sabem
que vão para o inferno se
não aceitarem a Jesus Cristo
como único Salvador Atos
4,12: "E em nenhum outro há
salvação, nenhum outro nome
há dado entre os homens pelo
qual importa que todos sejam
salvos."
JESUS CRISTO, mesmo assim se
encontram cegos, e
aprisionados por demônios
Salmo 115: 4-8, e se cria
praticamente um boneco a
cada dia, justamente para
atrair multidões de pessoas
sem entendimento para serem
enganadas mais e mais,
ganharem (sugar) dinheiro e
mais dinheiro as custas dos
que estão cegos, quanto mais
padroeiro existir maior será
a grana, quanto mais se
canonizar "santos", "melhor"
será para eles!!!!!
Veja a quantidade de festas
de padroeiros (as),
procissões, missas,
romarias, etc..Que envolve
"santinhos", quadros,
fitinhas, velas, terços, e
outros objetos de
idolatria... e tudo isso é
dinheiro que entra para os
cofres do vaticano.
Podemos encontrar na Bíblia
católica no livro de
Sabedoria, um capitulo
totalmente contra a
idolatria a ídolos, porém
este livro também é antigo,
e não está entre os livros
do cânon (que compõe a
Bíblia Protestante), é tido
como um livro apócrifo (não
inspirado pelo Espírito
Santo), e o mesmo era
rejeitado pelas seitas
judaicas nos tempos de
Jesus, justamente por
condenar violentamente a
idolatria! Principalmente a
adoração de imagens de
esculturas.
Como pode isso? Os católicos
possuem uma Bíblia
teoricamente mais "completa"
que a Protestante, e mesmo
assim permanecem no erro
grave da idolatria!
Leia abaixo e reflita neste
texto que se encontra no
Livro de Sabedoria no Antigo
Testamento na Bíblia
católica, e por quê os
católicos não compreendem a
verdade?
SABEDORIA CAP: 15
"Mas vós, Deus nosso, sois
benfazejo e verdadeiro, vós
sois paciente e tudo
governais com misericórdia;
com efeito, mesmo se
pecamos, somos vossos,
porque conhecemos vosso
poder; mas não pecaremos,
cientes de que somos
considerados como vossos.
Porque conhecer-vos é a
perfeita justiça, e conhecer
vosso poder é a raiz da
imortalidade. Não fomos
seduzidos pelas invenções da
arte corruptora dos homens
nem pelo vão trabalho dos
pintores: borrada figura de
cores misturadas, cuja vista
excita os desejos dos
insensatos, fantasma
inanimado de uma imagem sem
vida que provoca a paixão!
Cativados pelo mal, não
merecem esperar senão o mal,
os que o fazem, os que o
amam e os que o veneram.
Eis, portanto, um oleiro que
amassa laboriosamente a
terra mole, e forma diversos
objetos para nosso uso, mas
da mesma argila faz vasos
destinados a fins nobres e
outros, indiferentemente,
para usos opostos. Para qual
destes usos cada vaso será
aplicado? O oleiro será o
juiz. Do mesmo barro, forma
também, como obreiro
perverso, uma vã divindade,
ele que, ainda há pouco,
nasceu da terra, e em breve
voltará a ela, de onde foi
tirado, quando lhe serão
pedidas as contas de sua
vida. Ele mesmo não tem
preocupação alguma com o
próprio desfalecimento, nem
com a brevidade da vida; ele
rivaliza, pelo contrário,
com aqueles que trabalham o
ouro e a prata, imita os que
trabalham o cobre. Pó é o
seu coração, mais vil que a
terra sua esperança, e põe
sua glória em fabricar
objetos enganadores. E mais
desprezível que o barro é
sua vida, porque não
reconheceu aquele que o
formou, aquele que lhe
inspirou uma alma ativa e
lhe insuflou o espírito
vital. Para ele a vida é um
divertimento, e nossa
existência um mercado
lucrativo, porque, diz ele,
é preciso aproveitar-se de
tudo, mesmo do mal. Mais que
qualquer outro, esse homem
sabe que peca, fazendo do
mesmo barro vasos frágeis e
ídolos. Ora,
verdadeiramente, muito
insensatos, mais
infortunados que a alma da
criança, são os inimigos de
vosso povo, que o oprimiram,
porque eles também tiveram
por deuses todos os ídolos
das nações, que não podem
servir-se de seus olhos para
ver, que não têm nariz para
aspirar o ar, nem ouvidos
para ouvir, nem os dedos das
mãos para apalpar, e cujos
pés são incapazes de andar;
foi, com efeito, um homem
que os fez, formou-os alguém
que recebeu a alma de
empréstimo. Nenhum homem
pode fazer um deus, mesmo
semelhante a si próprio,
porque, sendo ele próprio
mortal, morto é tudo que
produz com suas mãos ímpias.
De fato, ele vale mais que
os objetos que venera; ele,
pelo menos, tem vida,
enquanto os ídolos não a
têm. Chega-se até a adorar
os mais odiosos animais, que
são piores ainda que os
outros animais irracionais,
que nem mesmo possuem o que
outros seres vivos possuem:
bastante beleza para serem
amados, e que foram
excluídos da aprovação e da
bênção de Deus."
Deus abençoe a todos!
Fuja do engano enquanto há
tempo,
Abraços,
Márcio Tenuta
Vincit Omnias Veritas <><
JESUS ESTÁ VOLTANDO
Caro
Márcio, você começou esta
tua carta com uma pergunta
muitíssimo comum entre os
protestantes: como podem os
católicos adorarem imagens
de escultura? Devolvo com
uma outra pergunta:
como podem os protestantes,
depois de cinco séculos,
ainda acusarem o catolicismo
de pregar e praticar a
idolatria? Como pôde
você, caro Márcio (que,
supõe-se, tenha lido algo em
nosso site antes de nos
enviar esta tua mensagem),
dirigir-nos uma pergunta tão
pueril, fartamente rebatida
em um sem número de artigos
constantes do VS?
Ou será que você, antes de
nos fazer este
questionamento, não se
preocupou, nao menos, em
fazer uma pequena pesquisa
em nosso site para descobrir
se já não tínhamos uma
resposta para omesmo? Será
que você é daqueles
protestantes que adoram
criticar o catolicismo sem,
ao menos, se preocupar em
conhecer verdadeiramente a
doutrina da Igreja?
Pois já que você nem olhou
nosso site, nem se preocupou
em dar uma rápida lidinha no
Catecismo, eu faço, aqui,
uma tentativa (temo que será
infrutífera...) de te
esclarecer algumas coisas. A
primeira e mais importante:
os católicos não
adoram imagens.
Nunca o fizemos, e nunca o
faremos. Nós veneramos e
honramos os nossos santos no
chamado culto de dulia,
de natureza e de intensidade
absolutamente diversas da
adoração (latria)
devidos apenas a Deus.
A diferença é gritante. A
Bíblia não condena a
construção de imagens, mas a
de estátuas de deuses pagãos
que serviam para a adoração
(latria). Tanto não o
condena, que o próprio Deus,
em três passagens muito
significativas do Antigo
Testamento, determina que se
construam imagens com fins
bastante interessantes e
reveladores.
A primeira delas trata da
Arca da Aliança:
Farás dois
querubins de ouro;
e os farás de ouro batido,
nas duas extremidades da
tampa, um de um lado e outro
de outro,(...)" (Êx. 25,18)
A importância fundamental
desta passagem é que a Arca
da Aliança (como você deve
saber), continham as Tábuas
da Lei. Nestas tábuas,
estavam inscritos os
Mandamentos de Deus,
inclusive aqueles que vocês
protestantes usam para
tentar provar o erro
católico em admitir a
construção de imagens.
Ora, caro Márcio, como então
Deus proíbe, em seus
Mandamentos, a construção de
imagens, mas manda construir
imagens na Arca em que
ficaria guardado o memorial
destes Mandamentos?
Se os protestantes
estivessem certos, a Arca da
Aliança seria uma afronta
aos mandamentos que ela
mesmo guardava, numa
evidente incoerência divina.
E Deus não pode ser
incoerente, sob pena de não
ser Deus.
Vejamos o segundo texto:
"(...) e o Senhor disse a
Moisés: "Faze para ti
uma serpente ardente e
mete-a sobre um poste.
Todo o que for mordido,
olhando para ela, será
salvo." (Num 21, 8)
Pergunto: se as imagens
estão absolutamente
proibidas, por que cargas
d?água Deus manda, então que
se construa uma imagem de
serpente? Esta imagem é
quase que um sacramento,
visto que ela possuía, em si
mesma, uma eficácia que
independia da fé de quem
dela se socorria.
Queira você ou não, todos
deviam olhar para aquela
imagem, em uma atitude que
muito se aproxima do dulia
católica.
Vejamos o terceiro texto:
" (Salomão) fez no santuário
dois querubins de pau
de oliveira, que
tinham dez côvados de
altura. Cada uma das asas
dos querubins tinha cinco
côvados, o que fazia dez
côvados da extremidade de
uma asa à extremidade da
outra.O segundo querubim
tinha também dez côvados; os
dois tinham a mesma forma e
as mesmas dimensões. Um e
outro tinham dez côvados de
altura. Salomão pô-los no
fundo do templo, no
santuário. Tinham as asas
estendidas, de sorte que uma
asa do primeiro tocava uma
das paredes e uma asa do
segundo tocava a outra
parede, enquanto as outras
duas asas se encontravam no
meio do santuário. Revestiu
também de ouro os
querubins." (1 Re 6, 25-28)
Novamente, temos aqui
imagens feitas de madeira,
com um objetivo muito
interessante: enfeitar
o Templo.
Como é que você concilia
tais passagens bíblicas com
a tua teologia segundo a
qual as imagens estão
proibidas? Não há
conciliação possível, senão
adotando-se a doutrina
católica segundo a qual
Deus, em Seus mandamentos,
não proibiu a construção de
todas e de quaisquer
imagens. Ele vetou a
construção da imagem de
deuses pagãos (de ídolos)
para a adoração. Nem os
querubins, nem a serpente e
muito menos os santos
católicos são deuses pagãos,
nem devem ser adorados.
Talvez, até ler estas
linhas, você nos acusava por
ignorância. Daqui para
frente, você sabe que
esta acusação é mentirosa e
absurda, e é de se
esperar que você, como um
bom cristão, abdique deste
argumento fajuto. Nunca se
esqueça de que o Demônio é o
pai da mentira. É dele, com
certeza, a mentirosa
acusação a que você
(supõe-se, por desconhecer a
doutrina católica) aderiu.
Superado este ponto, eu
gostaria de comentar o único
argumento verdadeiramente
original de tua mensagem.
Você, num evidente argumento
ad hominem, tentou provar,
usando-se do Livro da
Sabedoria, o equívoco da
doutrina católica. Agora, é
a nossa vez de, usando do
mesmíssimo capítulo 15 por
você mencionado, provarmos o
quão equivocado é o teu
ponto de vista. Os
versículos abaixo provam,
insofismavelmente, que o AT
príbe, apenas, a construção
da imagens de deuses
(ídolos) e para adoração.
Todos eestes versículos
constam do mesmíssimo Sb 15
que você nos enviou. É a
nossa vez de lançarmos mão
de um argumento ad hominem:
"Do mesmo barro, forma
também, como obreiro
perverso, uma vã divindade,
ele que, ainda há pouco,
nasceu da terra, e em breve
voltará a ela, de onde foi
tirado, quando lhe serão
pedidas as contas de sua
vida."
"Mais que qualquer outro,
esse homem sabe que peca,
fazendo do mesmo barro vasos
frágeis e ídolos."
"Ora, verdadeiramente, muito
insensatos, mais
infortunados que a alma da
criança, são os inimigos de
vosso povo, que o oprimiram,
porque eles também tiveram
por deuses todos os ídolos
das nações, que não podem
servir-se de seus olhos para
ver, que não têm nariz para
aspirar o ar, nem ouvidos
para ouvir, nem os dedos das
mãos para apalpar, e cujos
pés são incapazes de andar;
foi, com efeito, um homem
que os fez, formou-os alguém
que recebeu a alma de
empréstimo."
"Nenhum homem pode fazer um
deus, mesmo semelhante a si
próprio, porque, sendo ele
próprio mortal, morto é tudo
que produz com suas mãos
ímpias."
"De fato, ele vale mais que
os objetos que venera; ele,
pelo menos, tem vida,
enquanto os ídolos não a
têm."
"Chega-se até a adorar os
mais odiosos animais, que
são piores ainda que os
outros animais irracionais,
que nem mesmo possuem o que
outros seres vivos possuem:
bastante beleza para serem
amados, e que foram
excluídos da aprovação e da
bênção de Deus."
Portanto, meu caro
protestante, o trecho
bíblico por você citado em
nada contraria a verdadeira
doutrina católica acerca do
culto aos santos e às
imagens. Aliás, nenhum
trecho bíblico os contraria!
Por fim, ao final da tua
mensagem, você nos adverte
para fugirmos do engano.
Infelizmente, caro Márcio,
quem se encontra no engano é
você. Aliás, tal engano é
tão antigo quanto o próprio
cristianismo. Os verdadeiros
cristãos sempre foram
acusados de idolatria. O
demônio sempre confundiu os
menos avisados, fazendo-os
crer que nós adoramos os
nossos santos. Já no séc.
II, temos o testemunho dos
cristãos acerca deste fato:
"Ignoravam eles (os Judeus)
que não poderíamos jamais
abandonar Cristo, que sofreu
pela salvação de todos
aqueles que são salvos no
mundo, como inocente em
favor dos pecadores, nem
prestamos culto a outro. Nós
O adoramos porque é o Filho
de Deus.
"Quanto aos mártires, nós os
amamos justamente como
discípulos e imitadores do
Senhor, por causa da
incomparável devoção que
tinham para com seu rei e
mestre.
"Pudéssemos nós também ser
seus companheiros e
condiscípulos!
"(...) Vendo a rixa
suscitada pelos judeus, o
centurião colocou o corpo no
meio e o fez queimar, como
era costume. Desse modo,
pudemos mais tarde recolher
seus ossos (de Policarpo),
mais preciosos do que pedras
preciosas e mais valiosos do
que o ouro, para colocá-lo
em lugar conveniente. Quando
possível, é aí que o Senhor
nos permitirá reunir-nos, na
alegria e contentamento,
para celebrar o aniversário
de seu martírio, em memória
daqueles que combateram
antes de nós, e para
exercitar e preparar aqueles
que deverão combater no
futuro." (Martírio de
Policarpo 18 +- 160 D.C)
A tua acusação, caro Márcio,
em muito nos alegra. Ao
sofrermos calúnias como
estas, unimo-nos aos
primeiros cristãos.
Fazemo-nos, ao menos nisto,
iguais aos mártires, aos
gloriosos homens e mulheres
que, com sua vida, fizeram a
grandeza do cristianismo.
Já vocês, ao nos acusarem,
tornam-se iguais àqueles que
os perseguiam. Incidem no
mesmo erro, ludibriados pelo
mesmíssimo Enganador.
Para usar a tua frase: fuja
do engano enquanto é tempo!
Fique com Deus,
Alexandre.
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Para citar este artigo:
SEMEDO, Alexandre.
Apostolado Veritatis
Splendor: LEITOR USA LIVRO
DA SABEDORIA PARA PROVAR
IDOLATRIA CATÓLICA.
Disponível em
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Desde 6/7/2004.