Uma
visão da história da IAP segundo os membros
está aqui
http://br.geocities.com/iapro_piedade/1000_nossahistoria.html.
Cabe-nos, no entanto, comentar que a
denominação teve ampla influência IASD. A
única exceção é que a IAP não crê em Ellen
White como profetisa, mas professa muitas
das crenças peculiares do adventismo, às
quais, por si mesmas, tem origens
controversas. Portanto, para se entender a
IAP (a qual é criticada por alguns ramos
adventistas por ter o nome "adventista") é
preciso se entender a própria história e
gênese do Adventismo do 7º Dia, sendo que,
segundo o próprio site aí citado, o pr. João
Augusto, fundador da IAP, foi batizado por
um pastor adventista do 7º Dia.
As idéias da guarda do sábado vieram
principalmente de dois indivíduos
anabatistas da época da "Reforma", Andreas
Fisher e Oswald Glait. Esses são os
paladinos do sabatismo. Depois, Joseph Bates
(um capitão de navio e pioneiro adventista)
foi instrumental em ajudar os primeiros
adventistas e outros cristãos a redescobrir
o sábado. Historicamente, foi em 1844
que os primeiros adventistas do 7º Dia
(conhecidos então como Milleritas) começaram
a guardar o sábado, apresentado a eles por
um batista do 7º Dia chamado Joseph
Bates, que convenceu seu ministro metodista
que a Bíblia nos ensina a guardar o sábado.
Embora os adventistas acreditem que uma
pequena sobra desconhecida sempre guardou o
dia de sábado (como o pregador Batista do
7º Dia mencionado acima) só no séc XIX
(segundo eles) é que Deus, através dos
adventistas do 7º Dia, restabeleceram de um
modo mensurável, por revelação direta, que o
verdadeiro dia de adoração era o sábado (!).
E estes ensinos, direta ou indiretamente,
influenciaram a IAP, visto que ela retêm o
nome "adventista" mas distingüindo-se da ASD
por não crer em Ellen White e por crer no
batismo no Espírito Santo.